Parecem inofensivos, mas os vestiários apresentam riscos de contaminação equivalentes aos de hospitais. Frequentados com assiduidade nas academias e mais intensamente no verão, dentro dos clubes e condomínios, estão dentre os ambientes mais propensos à proliferação de organismos vivos contaminantes.

Quente, úmido e, via de regra com pouca claridade e ventilação natural, além de não ser higienizado imediatamente após o uso, algumas vezes não possui box individualizado, permitindo uso coletivo. Várias pessoas molhadas circulando pelo local, algumas descalças e outras calçadas. Uma lambança!

Com a proximidade da temporada balnear são necessários alguns alertas dirigidos sobretudo aos adultos, pois são eles os responsáveis por crianças e adolescentes. A obrigatoriedade de se estar calçado dentro dos vestiários é o primordial. Pode ser até um chinelo plástico ou emborrachado, mas o ideal é o modelo papete com tiras de lona e sola emborrachada ou todo em plástico, em modelo que envolva e proteja pés e dedos.

Outro cuidado relevante é relacionado à exposição do traje de banho e da roupa limpa, durante a ducha. Normalmente há ganchos cabideiros, porém, quando lá são penduradas as toalhas e demais peças, ficam em contato direto com a parede úmida que, há minutos, tinha recebido outro conjunto de roupas de outra pessoa. Essa rotatividade aumenta a colônia de bactérias, sem que seja possível algum controle. Uma opção é manter a roupa na mochila, separando a limpa, da usada, em diferentes invólucros plásticos.

Deliciados pelos prazeres da aula, diversão ou prática esportiva, poucos são os que se ocupam de cuidados com a higiene nos vestiários: fazer uso de pertences pessoais e não os emprestar, como sabonete, pente, escova de cabelo, toalhas, chinelos, meiões e usar os bancos para sentar, após vestido, para enxugar os pés cruzando uma perna sobre a outra e não como comumente se observa, colocando o pé molhado sobre o banco, como apoio para enxugá-los.  Basta uma tomada de consciência para perceber que assim fazendo, contamina-se o banco e a toalha.

Dermatologistas renomados costumam ser convidados nesta época para participar dos programas de rádio e TV, elucidando sobre os riscos para a saúde da pele, advindos das temperaturas elevadas. Deixam o recado, mas nem sempre quem assiste leva consigo os ensinamentos. Registram só o que lhes interessa: o protetor solar pra poder alcançar o almejado bronzeado.

Neste artigo, queremos deixar registrado que os riscos de contaminação por bactérias e vírus é bastante alta nesse ambiente. Os registros mais contabilizados são coceiras, alergias, manchas na pele, micoses, frieiras e verrugas (com agravante para possibilidade de HPV) Fica a dica: com cuidados preventivos, dá pra ser feliz e saudável, mesmo depois do verão.

Referência: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/01/risco-de-contaminacao-em-vestiarios-e-maior-do-que-em-muitos-hospitais.html

 

Parece mato, mas é saúde plantada no quintal

Conheça as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC)

Cada vez mais as pessoas estão se interessando pela proximidade com a Natureza, seja para o lazer, seja para a Gastronomia, o que tem aumentado também a pesquisa e consequentes informações a respeito dos encantos brotados da terra, nem sempre valorizados conforme seu potencial de benefícios.

É o caso das Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), de alto teor nutricional para a dieta humana, porém muitas vezes e, desavisadamente, tidas como mato ou erva daninha.

A falta de costume, o pouco esclarecimento sobre o assunto e um longo tempo da história com foco no consumo voltado para o industrializado, considerado mais prático, porém sem foco no desserviço prestado à Saúde, distraíram nossa atenção do fundo do quintal, onde muitas vezes estão as PANC apresentadas em folhagens e flores, como o jambu,  ora-pró-nobis, assa-peixe, folha de begônia, flor de ipê, bertalha, taioba, peixinho, caxi e até o hibisco.  

Além do sabor e do valor nutricional, pontos que interessam para profissionais da gastronomia e para os consumidores em geral, as hortaliças não convencionais são espécies rústicas e bem adaptadas, pouco exigentes de cuidados e, por isso, boa opção de cultivo, até urbano, desde que em áreas de solo e águas saudáveis.

Para se assegurar, consulte um profissional habilitado em produtos orgânicos, pois há as PANC que podem ser consumidas cruas, outras, somente após cozimento. Com a expansão deste conhecimento, a fome poderá ser extinta do planeta. Pense nisso. Vamos aprofundar mais este assunto noutros artigos.

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